terça-feira, 9 de agosto de 2011

Consciência Corporal


Todo Pilatista concorda que a prática do método desperta a consciência corporal. Mas como isso acontece? Como se aprende novas habilidades motoras? Como aquele exercício difícil se torna mais fácil? Como antes eu não percebia meus ombros desnecessariamente elevados, meu pescoço desnecessariamente tenso e agora percebo melhor meu próprio corpo e a pró já não me diz tanto “abaixe o ombro”, “cresça a coluna”,”relaxe a testa”?

Segundo a PMA (Pilates Method Alliance), o aprendiz de novas habilidades começa no estágio de INCOMPETENCIA INCONSCIENTE. Nesse estágio, o aprendiz não tem noção alguma de qualquer deficiência e não se dá conta da relevância da habilidade que não tem. Por isso mesmo, não tem interesse algum em aprender algo que ele sequer sabe que não sabe, que existe ou que é importante saber. O aprendiz deve se tornar consciente de sua incompetência antes do processo de aprendizagem ter início.

Daí, o aprendiz se dá conta da existência e importância da habilidade e de que não a tem. Percebe sua deficiência. Compromete-se a aprender e a praticar. Está aberto e motivado. Esse é o estágio da INCOMPETENCIA CONSCIENTE.

Quando consegue mostrar que pode executar o que aprendeu sem assistência, mas ainda precisa pensar antes de agir, a habilidade ainda não está automatizada, ainda não é uma segunda natureza, o aprendiz está no estágio da COMPETENCIA CONSCIENTE.

E por fim, o último estágio, que pode ser exemplificado com atividades como dirigir, ouvir e se comunicar. O aprendiz pode executar a tarefa enquanto faz outra coisa. Pode não estar apto a ensinar alguém a habilidade aprendida, ou até mesmo ter dificuldade de explicar exatamente como fazer , porque a habilidade se tornou algo “natural”: este estágio é a COMPETENCIA INCONSCIENTE.

E você, Pilatista, em que estágio está?

terça-feira, 26 de julho de 2011

A bola da vez


Nem dá para imaginar como um acessório tão pequeno, versátil e barato como esta bolinha vai deixar a sua malhação muito melhor. Ela ajuda você a modelar coxas, bumbum e barriga, em casa ou na academia. É fazer para crer!


H
á algum tempo, essa bolinha é usada em modalidades como pilates e treinamento funcional. Agora, virou destaque também na hora de esculpir os músculos. Não é para menos: os exercícios ficam muito mais eficientes feitos com o auxílio desse acessório. Você usa a bola com a finalidade de gerar instabilidade durante o movimento, o que intensifica a malhação. Os resultados aparecem rapidamente.

Para manter o equilíbrio, você ativa camadas musculares mais profundas, que envolvem e estabilizam as articulações. Essa é a grande sacada, porque primeiro é preciso ficar estável para depois fazer força. É trabalho dobrado. O resultado também é dobrado: em um abdominal, por exemplo, você exercita os músculos mais internos (inclusive o transverso) e, assim, além de esculpir a barriga, vai melhorar a postura.

Também dá para usar o acessório para colocar mais resistência durante o exercício, intensificando o esforço dos músculos. Como? Imagine um agachamento em que você pressiona a bola entre as pernas. Ela atua como um obstáculo, obrigando você a colocar mais força.

Tamanha versatilidade
é possível mudando a pressão da bola: cheia, cria resistência; murcha, desafia a estabilidade. Os primeiros resultados aparecem depois de 15 dias, quando você já vai sentir os músculos mais tonificados.

Os movimentos v
ão ajudar a melhorar o equilíbrio, a consciência corporal e a coordenação, além de conquistar um corpo malhado. Show de bola!